quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Um Coração Puro

“O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!”. Lucas 18.13

Durante o nosso cotidiano, é comum ouvirmos frases e citações como “confie em si mesmo” ou até “faça o que o seu coração mandar”. Porém, a palavra de Deus nos ensina a colocar nossa confiança no único que é perfeito e santo. Será que nós, pobres pecadores e extraviados da santa palavra do SENHOR (Cf. Sl 14.3; Rm 3.12), podemos, pela nossa própria força, tomarmos decisões sensatas e coerentes com a palavra de Deus? 

A Bíblia nos revela que o coração humano é enganoso e desesperadamente corrupto: Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” – Jeremias 17.9. Ela ainda nos ensina que devemos guardar o nosso coração: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida.” - Provérbios 4.23. Essa guarida consiste na leitura e meditação das sagradas escrituras dia e noite (Cf. Salmos 1.2), como nos ensina o salmista em Salmos 119.11: Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti”. O momento devocional diário é de extrema importância na vida do cristão, pois quando nos debruçamos, em espírito e em verdade, sobre a maravilhosa palavra de Deus, Ele se revela a nós (Cf. Hb 1.1,2). 

Confiar em si mesmo torna o coração soberbo, transformando a pessoa em um ser mais orgulhoso e ainda mais limitado a sua própria vontade. É por isso que devemos confiar unicamente em Cristo, sendo humildes e sinceros assim como o publicano da parábola que Jesus nos ensinou, nos humilhando na presença do SENHOR Todo-Poderoso e reconhecendo que não há nada em nós digno do Amor de Deus. É de um coração contrito e arrependido que Deus tem misericórdia (Cf. Sl 51.19) e é esta pessoa que obterá honra (Cf. Pv 29.23). 

Que possamos crer somente no SENHOR, que toda a nossa confiança esteja nEle, que o nosso tesouro seja o Seu precioso Reino e a imarcescível coroa da glória, que o nosso alvo seja Cristo Jesus e que esta seja nossa oração todos os dias: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.” – Salmos 51.10. Aleluia! Para concluir, vamos meditar na letra desta bela canção :D

Coração Igual Ao Teu - Diante do Trono


Alegres na esperança, fortes na fé, dedicados no amor, unidos no trabalho

Postado por Werbster Filho, membro e Secretário de Espiritualidade da Mocidade Vitória de Cristo.

Bíblia & Música: Gloria In Excelsis Deo

Bom dia irmãos! Estamos chegando ao período do Natal, porém, não esqueçamos que todo dia é tempo de louvar ao SENHOR e agradecer-lhe por Ele ter enviado o Seu Filho para nos salvar e nos libertar de todo o pecado. É nesse clima de grande alegria que, até o dia 26 deste mês, o nosso quadro Bíblia & Música  estará abordando músicas com a temática do Natal :)

Gloria In Excelsis Deo - Aline Barros

No início da canção, a cantora faz um convite para que venhamos celebrar ao doce Salvador de nossas vidas, àquele que salvou o Seu povo dos pecados deles: "Ela dará à luz um filho e Lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o Seu povo dos pecados deles." - Mateus 1.21. Em seguida a cantora faz alusão ao versículo de Isaías 49.13 ao dizer que toda a terra louvará ao Cristo: "Cantai, ó céus, alegra-te, ó terra, e vós, montes, rompei em cânticos, porque o SENHOR consolou o Seu povo e dos Seus aflitos se compadece.". Em seguida, no refrão da música, vemos a expressão "Glória in excelsis Deo" que quer dizer glória a Deus nas alturas: "E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem." - Lucas 2.13-14. Na última estrofe, a cantora louva a Deus pela Sua soberania e por Sua redenção! Louvemos ao SENHOR todos os dias pela Sua graça e bondade! Glória a Deus :D

Alegres na esperança, fortes na fé, dedicados no amor, unidos no trabalho

Postado por Werbster Filho, membro e Secretário de Espiritualidade da Mocidade Vitória de Cristo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Alimento Espiritual: O Uso dos Salmos na Devoção Cristã (Franklin Ferreira)


Durante quase dois mil anos, os Salmos foram centrais para a devoção da igreja cristã, ensinando os fiéis a orar, em resposta ao Deus que se revela, uma confissão e glorificação ao Deus trino, criador, redentor e restaurador. Deste modo, “quando abraçamos Salmos, juntamo-nos a um amplo grupo de pessoas que por quase trinta séculos tem baseado seus louvores e orações nessas palavras antigas. Reis e camponeses, profetas e sacerdotes, apóstolos e mártires, monges e reformadores, executivos e donas de casa, professores e cantores populares – para todos esses e para uma multidão de outros, Salmos tem sido vida e respiração espiritual”.1 Como Eugene Peterson escreve, “não existe outro lugar em que se possa enxergar de forma tão detalhada e profunda a dimensão humana da história bíblica como nos Salmos. A pessoa em oração reagia à totalidade da presença de Deus, partindo da condição humana, concreta e detalhada”. Só que, por volta da primeira metade do século dezenove, com o aparecimento dos métodos críticos de estudos bíblicos, os salmos perderam sua centralidade na devoção cristã. Deixaram de ser a escola de oração que dava forma à oração dos fiéis, em sua resposta ao Deus que se revela. Passaram a ser vistos, na avaliação de Peterson, como a piedade deteriorada de uma religião desgastada.2
Os Salmos e a oração
A escola que Israel e a Igreja recorreram para aprender a orar foram os Salmos, que, junto com Isaías, foi o livro mais citado por Jesus e os apóstolos no Novo Testamento, inclusive como apoio de doutrinas centrais da fé cristã. Para os primeiros cristãos, a ordem era: “Enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos.” - Efésios 5.18-19. Logo, estes, “como seus antepassados judeus, ouviram a palavra de Deus nesses hinos, queixas e instruções e fizeram deles o fundamento da vida e do culto”.3
Os salmos eram declarações de relacionamento entre o povo e seu Senhor. Pressupunham a aliança entre ambos e as implicações de provisão, proteção e preservação dessa aliança. Seus cânticos de adoração, confissões de pecado, protestos de inocência, queixas de sofrimento, pedidos de livramento, garantias de ser ouvido, petições antes das batalhas e ações de graças depois delas são, todas expressões do relacionamento ímpar que tinham com o único Deus verdadeiro. Temor e intimidade combinavam-se no entendimento que os israelitas tinham desse relacionamento. Eles temiam o poder e a glória de Deus, sua majestade e soberania. Ao mesmo tempo protestavam diante dele, discutindo suas decisões e pedindo sua intervenção. Eles o reverenciavam como Senhor e o reconheciam como Pai.4 

Na igreja primitiva e durante a reforma protestante, quando um pastor queria ensinar sua congregação sobre a oração, pregava nos Salmos. Nos séculos IV e V, Atanásio de Alexandria enfatizou que cada Salmo “está composto e é proferido pelo Espírito”, sendo o “um espelho no qual se refletem as emoções” de nossa alma, onde “podemos captar os movimentos da nossa alma e nos faz dizer como provenientes de nós mesmos, como palavras nossas, para que, trazendo à memória nossas emoções passadas, reformemos a nossa vida espiritual”.5 Ambrósio de Milão, que introduziu o canto dos salmos no culto público no Ocidente, chamou-os de “um tipo de ginásio para ser usado por todas as almas, um estádio da virtude, onde diferentes exercícios são praticados, dentre os quais se podem escolher os mais adequados treinamentos para se alcançar a coroa”.6 Agostinho de Hipona, que pregou todo o livro dos Salmos para sua congregação, chamou-os de “escola”, “espelho” e “remédio”, “cantados no mundo inteiro”.7 Quando sua última doença o derrubou, ele pediu aos seus irmãos que fixassem nas paredes de sua cela cópias em letras grandes dos salmos penitenciais (Salmos 6, 32, 38, 51, 102, 130 e 143), para que ele os lesse continuamente.
No século XVI, Martinho Lutero afirmou que o livro dos Salmos “não coloca diante de nós somente a palavra dos santos, (…) mas também nos desvenda o seu coração e o tesouro íntimo de suas almas”, onde aprendemos a “falar com seriedade em meio a todos os tipos de vendavais”, e que o saltério “faz promessa tão clara acerca da morte e ressurreição de Cristo e prefigura o seu Reino, condição e essência de toda a cristandade – e isso de tal modo que bem poderia ser chamado de uma ‘pequena Bíblia’”. Ele também afirmou: “É muito benéfico ter palavras prescritas pelo Espírito Santo, que homens piedosos podem usar em suas aflições”.8 Em seu leito de morte, ele recitava continuamente: “Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade.” - Salmos 31.5. Por seu lado, João Calvino, que comentou todo o livro de Salmos, escreveu:
Tenho por costume denominar este livro – e creio não de forma incorreta – de ‘Uma anatomia de todas as partes da alma’, pois não há sequer uma emoção da qual alguém porventura tenha participado que não esteja aí representada como num espelho. Ou melhor, o Espírito Santo, aqui, extirpa da vida todas as tristezas, as dores, os temores, as dúvidas, as expectativas, as preocupações, as perplexidades, enfim, todas as emoções perturbadas com que a mente humana se agita. (…) A genuína e fervorosa oração provém, antes de tudo, de um real senso de nossa necessidade, e, em seguida, da fé nas promessas de Deus. É através de uma atenta leitura dessas composições inspiradas que os homens serão mais eficazmente despertados para a consciência de suas enfermidades, e, ao mesmo tempo, instruídos a buscar o antídoto para sua cura. Numa palavra, tudo quanto nos serve de encorajamento, ao nos pormos a buscar a Deus em oração, nos é ensinado neste livro.9

No século XVII, o puritano Lewis Bayly, ao recomendar o cântico dos salmos pelas famílias cristãs, afirma: “Cantem para Deus com as próprias palavras de Deus”. E o uso do saltério deveria ter este alvo: “E faça uso frequente deles, para que as pessoas possam memorizá-los mais facilmente”. Então, ele oferece a sugestão do uso dos seguintes salmos para promover a piedade em família, nos momentos de oração e devoção:
De manhã, os Salmos 3, 5, 16, 22 e 144. De noite, os Salmos 4, 127 e 141. Implorando misericórdia depois de ter cometido pecado, os Salmos 51 e 103. Na doença em períodos de dura provação, os Salmos 6, 13, 88, 90, 91, 137 e 146. Quando o crente for restaurado, os Salmos 30 e 32. No dia de santo repouso semanal, os Salmos 19, 92 e 95. Em tempos de alegria, os Salmos 80, 98, 107, 136 e 145. Antes do sermão, os Salmos 1, 12, 147 e a primeira e a quinta partes do Salmo 119. Depois do sermão, qualquer Salmo relacionado com o principal argumento do sermão. Na Ceia do Senhor, os Salmos 22, 23, 103, 111 e 116. Para inspirar consolo e tranquilidade espiritual, os Salmos 15, 19, 25, 46, 67, 112 e 116. Depois do mal praticado e da vergonha recebida, os Salmos 42, 69, 70, 140 e 145.10

Desde o princípio, a Palavra de Deus sempre vem em primeiro lugar. Nós somos chamados a responder a Palavra de Deus, com todo nosso ser. E a oração é nossa resposta à revelação de Deus nas Escrituras. Sendo assim, os Salmos são a escola onde os cristãos aprendem a orar, pois como Peterson diz, “é esta fusão de Deus nos falar (Bíblia) e nós falarmos a ele (oração) que o Espírito Santo usa para formar a vida de Cristo em nós”.11 Ou, como Ambrósio escreveu, “a Ele falamos, quando oramos, a Ele ouvimos, quando lemos os divinos oráculos”.12 E Bonhoeffer completa: “Portanto, se a Bíblia também contém um livro de orações, isso nos ensina que a Palavra de Deus não engloba apenas a palavra que Deus dirige a nós. Inclui também a palavra que Deus quer ouvir de nós… (…) Que graça imensurável: Deus nos diz como podemos falar e ter comunhão com Ele! E nós podemos fazê-lo orando em nome de Jesus Cristo. Os Salmos nos foram dados para aprendermos a orar em nome de Jesus Cristo”.13
Se insistirmos em aprender a orar sozinhos, sem depender dos Salmos, nossas orações serão pobres, uma repetição de frases prontas: agradecemos as refeições, arrependemo-nos de alguns pecados, suplicamos bênçãos para nossas reuniões e até pedimos orientação. Por outro lado, toda nossa vida deve estar envolvida na oração. Peterson exemplifica esse fato com o livro do profeta Jonas, que gira inteiramente em torno das relações entre Deus e o profeta.14 Essas relações se originaram por meio do chamado profético, do qual Jonas procurou fugir. Mas este personagem não é entregue a si mesmo. Na primeira parte da historia, Deus deixa que o profeta chegue ao extremo de quase perder a própria vida, somente para em seguida restaurá-lo à posição onde se encontrava antes dele tentar evitar o chamado do Senhor.
No centro da narrativa bíblica está a oração que Jonas proferiu após ser engolido por um grande peixe. Sua primeira reação ao se encontrar no ventre do peixe foi fazer uma oração (cf. Jonas 2.2-9), o que não é surpreendente, pois geralmente oramos quando estamos em situações desesperadas. Mas existe algo surpreendente na oração de Jonas. Como Peterson destaca, sua oração não é original ou espontânea: “Jonas aprendeu a orar na escola, e orava como aprendera. Sua escola eram os Salmos”. Como o mesmo autor demonstra, frase após frase a oração de Jonas está repleta de citações dos Salmos:
“Minha angústia” de Salmos 18.6 e 120.1.
  • “Profundo” de Salmo 18.4-5.
  • “As tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim” de Salmo 42.7.
  • “De diante dos teus olhos” de Salmo 139.7.
  • “Teu santo templo” de Salmo 5.7.
  • “As águas me cercaram até à alma” de Salmo 69.2.
  • “Da sepultura da minha vida” de Salmo 30.3.
  • “Dentro de mim, desfalecia a minha alma” de Salmo 142.3.
  • “No teu santo templo” de Salmo 18.6.
  • “Ao Senhor pertence a salvação” de Salmo 3.8.
Cada palavra é derivada do livro dos Salmos. Geralmente achamos que a oração é genuína quando é espontânea, mas a oração de Jonas, numa condição extremamente difícil, é uma oração aprendida, sem originalidade alguma.
Peterson prossegue: “Ter palavras prontas para a oração não é apenas uma questão de vocabulário. Nos últimos cem anos, teólogos deram atenção cuidadosa à forma particular que os salmos têm (crítica da forma) e os dividiram em duas grandes categorias: lamentações e ações de graças. As categorias correspondem às duas grandes condições em que nós nos encontramos: angústia e bem-estar”. De acordo com as circunstâncias e em como nos sentimos, lamentamos ou agradecemos.15 “Os salmos refletem muitas e diversas reações à vida: alegria, tristeza, gratidão e tranquila meditação, para nomear apenas algumas. O adorador israelita tinha uma oração pronta para todas as vicissitudes da vida. (…) Os salmos são orações cantadas para Deus, logo, eles chegam a nós como palavras da congregação dirigidas a Deus, em vez de a Palavra de Deus dirigida ao povo de Israel”.16
Como Peterson enfatiza, “a forma mais comum da oração nos Salmos é o lamento”. Isso não deveria nos surpreender, já que essa é nossa condição mais comum. “Temos muitas dificuldades, então oramos muito em forma de lamento. Um estudioso da escola de oração dos Salmos conheceria essa forma melhor que todas, pelo simples fato da repetição”. Jonas se encontrava na pior situação imaginável. Seria natural que ele lamentasse. Mas ocorre o contrário – ele profere um salmo de louvor. Por isso Peterson escreve: “Uma lição importante surge aqui: Jonas estudou para aprender a orar, e aprendeu bem suas lições, mas ele não era um aluno que apenas decorava. Seus estudos não bloquearam sua criatividade. Ele era capaz de distinguir entre as formas e decidiu orar numa forma adequada às suas circunstâncias que ele enfrentava. As circunstâncias exigiam lamentos. Mas a oração, apesar de influenciada pelas circunstâncias, não é determinada por elas. Jonas usou a criatividade para orar e decidiu orar na forma de louvor”.
Por isso, não é suficiente expressar nossos sentimentos na oração, como resposta a Deus: “Precisamos de um longo aprendizado de oração”. Por isso, a melhor escola para a oração é o livro dos Salmos. “Em sua oração”, Peterson continua, “Jonas demonstra ter sido um aluno aplicado na escola dos Salmos. Sua oração se origina de sua situação, mas não se reduz a ela. Sua oração o levou a um mundo muito maior que sua situação imediata”. Ele orou de maneira adequada à grandeza de Deus, que o chamara, nos oferecendo um forte contraste com a atual prática de oração. Nossa cultura nos apresenta formas de oração que são em grande parte centradas em nós mesmos. Mas a oração que é resposta ao Deus que se revela nas Escrituras é dominada pela percepção de Sua grandeza.
- Fonte: Voltemos ao Evangelho


Alegres na Esperança, Fortes na fé, dedicados no amor e firmes no trabalho

Postado por Felipe Araújo, membro da mocidade presbiteriana vitória de Cristo.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Multimídia Cristã: Cartas para Deus (Dica de filme)

Oi, pessoal! Hoje eu vou fazer diferente, vou dar uma dica de filme! O escolhido foi Cartas para Deus. =D Já assisti e gostei muito! Abaixo mais informações:


Trailer:

                                 

Duração: ~ 110 (1 hora e 50 minutos)

Ano de lançamento: 2010

Direção: David Nixon, Patrick Doughtie

"Dando o endereço certo, tudo é possível. Cartas para Deus: a esperança é contagiosa.

De um dos produtores de Prova de Fogo e Desafiando os Gigantes.

Tyler Doherty é um extraordinário menino de 8 anos, armado com grande fé e coragem enquanto encara sua batalha diária contra o câncer. Cercado por uma família amada e por sua comunidade, as orações de Tyler tomam a forma de cartas, que ele escreve e envia diariamente para seu amigo: Deus. Estas cartas vão parar nas mãos do carteiro Brady, que está passando por dilemas e buscando sentido para sua vida. A princípio, Brady não sabe o que fazer, mas por fim, sua decisão torna-se uma evidência do poder da bravura e graça de Tyler.

Inspirado por uma história real, Cartas para Deus traz uma mensagem de esperança, fé e coragem que pode ser relacionada às lutas pessoais que cada um de nós batalhamos a despeito do que podemos enfrentar em nossas vidas diárias."

Fonte: http://www.filmesgospel.com/

Boa semana e bom filme!!! ^^

Alegres na esperança, fortes na fé, dedicados no amor, unidos no trabalho! 

Postado por: Karla Lauanda, membro e 1ª Secretária da Mocidade Vitória de Cristo.