terça-feira, 9 de julho de 2013

Alimento Espiritual- Amazing Grace(Chris tomlin)


 Olá irmãos, estou ciente que meu quadro não é sobre música. Podem pensar: "Já existe uma quadro sobre isto, porque este post é uma canção''.  Minha resposta é que também há alimento espiritual musical, não é mesmo? E com certeza amazing grace é um verdadeiro manancial, e a versão de Chris Tomlin é deveras agradável. Espero que os amados desfrutem!













Amazing Grace
Amazing grace how sweet the sound
That saved a wretch like me
I once was lost but now I'm found
Was blind but now I see

'T was grace that taught my heart to fear
And grace my fears relieved
How precious did that grace appear
The hour I first believed

Chorus

My chains are gone, I'v been set free
My God, My Savior, has ransom me
And Like of flood, His mercy rains
Unending love
Amazing Grace

The Lord has promised good to me
His word my hope secures
He will my shield, my portion be
As long as life endures

Chorus (2x)

My chains are gone, I'v been set free
My God, My Savior, has ransomed me
And like of flood, His mercy rains
Unending love
Amazing Grace

The earth shall soon dissolve like snow
The sun forbear to shine
But God, Who called me here below
Will be forever mine
Will be forever mine
You are forever mine

Fonte das letras: Vagalume
:
Felipe Araújo, membro da UMP Vitória de Cristo


Graça incrível
Graça incrível, como é doce o som
Que salvou um miserável como eu
Certa vez estava perdido, mas agora fui encontrado
Era cego, mas agora eu vejo

Foi a graça que ensinou temor ao meu coração
E a graça que aliviou meus medos
Quão preciosa essa graça pareceu
Na hora que eu acreditei

Coro

Minhas correntes se foram, Eu fui liberto
Meu Deus, meu Salvador, me resgatou
Como uma inundação, Sua misericórdia chove
Amor sem fim
Graça incrível

O Senhor prometeu-me o bem
Sua palavra assegura a minha esperança
Ele vai ser o meu escudo e porção
Enquanto a vida durar

Coro

Minhas correntes se foram, Eu fui liberto
Meu Deus, meu Salvador, me resgatou
Como uma inundação, Sua misericórdia chove
Amor sem fim
Graça incrível

A terra em breve se dissolverá como neve
O sol se absterá de brilhar
Mas Deus quem me chamou aqui em baixo
Será para sempre meu
Será para sempre meu
Você é para sempre meu




         







domingo, 7 de julho de 2013

Multimídia Cristã: Lixo - One Time Blind (Vídeo)

Boa tarde a todos!!!

Vamos fazer uma reflexão com este vídeo:

                          

                  "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." João 8:36

                                   Boa semana a todos! Fiquem com Deus!

Alegres na Esperança, Fortes na Fé, Dedicados no Amor e Unidos no Trabalho!

Postado por: Karla, Segunda Secretária da UMP Vitória de Cristo.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Bíblia & Música: Digno é o Senhor

Olá pessoal!!! 
Tudo show com vocês?
Hoje trouxe um cântico espiritual muito edificante, Digno é o Senhor, interpretado por Aline Barros.
A análise do louvor foi feita por Ruy Cavalcante, em seu blog Intervalo Cristão.

E então, vamos meditar? =]

Graças eu te dou Pai
Pelo preço que pagou
Sacrifício de amor
Que me comprou
Ungido do Senhor

Pelos cravos em tuas mãos
Graças eu te dou, ó meu Senhor
Lavou minha mente e coração
Me deu perdão

Restaurou-me a comunhão

Digno é o Senhor
Sobre o trono está
Soberano,criador
Vou sempre te adorar
Elevo minhas mãos
Ao Cristo que venceu
Cordeiro de Deus morreu por mim
Mas ressuscitou
Digno é o Senhor

Análise:

Esta canção é mais um exemplo da verdadeira expressão de adoração. Eu poderia até mesmo dizer que ela é uma paráfrase da bíblia em versos rimados, tanta é a quantidade de verdades bíblicas contidas nela, expressando elementos de louvor e adoração genuínos.

Expressões de louvor como “Graças te dou pelo preço que pagou (I Co 6:20)” e “elevo minhas mãos ao Cristo que venceu (Jo 16:33)”, se misturam com afirmações de adoração a exemplo de “Digno é o Senhor, sobre o trono está Soberano (Mt 28:18)”.

Apenas para ficar claro, louvor, por definição, refere-se a honrar a Deus por aquilo que Ele fez, já adoração é quando eu o exalto por aquilo que Ele é. Estas duas coisas estão presente absolutamente em toda a letra desta música.

É importantíssimo considerar ainda a temática evangelística desta canção, uma vez que Deus está sendo exaltado pela Obra que Cristo realizou na Cruz, sacrificando-se por amor, dando-nos perdão e restaurando nossa comunhão consigo mesmo, o que a torna totalmente diferenciada da maioria das composições “de sucesso” no meio evangélico de nossos dias, onde falta adoração, falta evangelho e sobram promessas vazias e subtraídas de sentido.

Você pode acompanhar e louvar junto aqui:


Até a próxima semana, irmãos!!!

"Graças a Deus pelo seu dom inefável!" 2 Coríntios 9:15

Alegres na Esperança, Fortes na Fé, Dedicados no Amor e Unidos no Trabalho!

Postado por: Kate Cibele, Secretária de Sociabilidade da UMP Vitória de Cristo.


terça-feira, 2 de julho de 2013

Alimento Espiritual: A Prática Espiritual do Auto-exame( Alex Daher)

Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração,prova-me e conhece os meus pensamentos;vê se há em mim algum caminho maue guia-me pelo caminho eterno (Salmos 139.23-24).
Para o evangelho de Jesus Cristo ser realmente a boa notícia, é necessário entendermos a terrível notícia do  pecado.  Thomas Watson, um puritano do século XVII,  disse que “enquanto o pecado não for amargo,  Cristo não será doce”. E não há como outra pessoa sentir  esse gosto amargo  do pecado  por nós. Nós  precisamos senti-lo. E para senti-lo, precisamos nos examinar. O conhecimento do pecado vem através da  lei (Rm 3.19-20), mas  é necessário  aplicar  a lei à nossa vida para vermos o quanto somos falhos e precisamos da justiça de Cristo.
O autoexame não é algo místico, como um “esvaziamento do eu” proposto pela espiritualidade oriental.  Você não precisa ficar em uma posição corporal específica ou um determinado número de minutos em  silêncio absoluto. O autoexame envolve tanto o coração quanto a mente. Devemos examinar nossas ações  e motivações  à luz da santidade de Deus revelada nas Escrituras. Não basta avaliar aquilo que fazemos,  precisamos cavar mais fundo para chegarmos também às nossas motivações.
É verdade que ninguém conhece perfeitamente a si mesmo. Apenas Deus tem a capacidade de nos conhecer perfeitamente. Somos seres humanos limitados vivendo em um mundo caído. Nosso coração é enganoso e não somos capazes de discernir as próprias faltas (Jeremias 17.9; Salmos 19.12). Mas o Espírito Santo  é poderoso  para sondar nosso coração e nos convencer do pecado.  Exatamente por isso que o autoexame não é um exercício espiritual isolado, mas deve ser praticado com a oração e a Palavra de Deus. O autoexame não é apenas psicológico, emocional ou racional. Ele é, acima de tudo, espiritual.
Um bom método para se utilizar nesse processo é o “revolucionário” método infantil do “por quê?”. Sabe  quando as crianças estão naquela idade que qualquer coisa que você responda, depois  sempre  vem um  “mas por quê?”? Use isso para examinar seu coração. Não se contente com conclusões superficiais sobre o seu pecado. Faça quantos porquês forem necessários até chegar à raiz dele.
Não se conforme também com aquilo que você conhece sobre santidade. Pergunte-se: Esse conhecimento tem sido aplicado à minha vida? Nas palavras de Jesus: “Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurado sois se as praticardes” (João 13.17). Perceber que estamos tão longe da santidade de Cristo nos levará a depender ainda mais da perfeita obra dele, e menos de nossas obras imperfeitas e manchadas pelo pecado.
Pode ser útil  separar períodos específicos para se examinar, como antes de dormir por exemplo. Mas o autoexame deve fazer parte de nossas outras atividades. Assim, ao ler alguma passagem  das Escrituras relacionada a julgamento e disciplina de Deus, não pense apenas “Como esse povo de Israel é idólatra!” ou “Como esses fariseus são hipócritas!”. Examine se os mesmos pecados também não tem feito parte da sua vida. Isso também é válido para sermões que você ouvir ou algum pecado que você ver alguém cometer. Não sejamos meros acusadores de pecados alheios, mas pessoas que se examinam e se reconhecem como grandes pecadores que precisam de um grande Salvador. Que esta resolução de Jonathan Edwards, feita quando ele tinha 22 anos, seja um incentivo para nós:
Resolvi agir e falar, em todas as circunstâncias, como se ninguém fosse tão vil quanto eu, e como se eu tivesse cometido os mesmos pecados ou tivesse as mesmas fraquezas e defeitos de outras  pessoas. Resolvi que deixarei que o conhecimento dos defeitos delas contribua apenas para que eu me envergonhe de mim mesmo, e me permita uma ocasião para confessar meus próprios pecados e minha miséria a Deus.¹
Prepare-se para se entristecer com aquilo que vai encontrar. O mesmo Edwards declarou: “Quando olho para dentro de meu coração e observo minha iniqüidade, ele parece um abismo infinitamente mais fundo do que o próprio inferno”. O autoexame nos torna mais humildes por isso. Um maior conhecimento (espiritual e verdadeiro) de nós mesmos nos fará perceber que somos pecadores piores do que achamos que somos. Funciona como um antídoto contra o orgulho espiritual que  podemos sentir  ao nos compararmos com outros. Nosso padrão não é o mundo ou os irmãos na fé, mas Cristo e sua lei.
Mas o objetivo do autoexame não é simplesmente nos fazer sentirmos mais tristes e miseráveis. Passa por isso, mas não termina aí. Nosso intuito é  perceber nossos pecados, nos quebrantar, nos levar ao arrependimento sincero e irmos ao trono da graça para perdão e purificação (veja 1 João 1.9). Entristecemo-nos com o pecado para irmos a Cristo receber a alegria da salvação.
O autoexame provavelmente lhe fará derramar muitas lágrimas, mas é o caminho para a graça de Deus em Cristo ser mais preciosa. “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar” (1 Coríntios 7.10a). Quanto mais amargo o pecado for, mais doce Cristo será. E quanto mais doce Cristo é para mim, maior amor terei por Ele. E quanto maior meu amor por Ele, mais amargo o pecado se tornará para mim. E quanto mais amargo o pecado, mas doce será Cristo… É o círculo virtuoso da santidade.
À medida que  a convicção de nossa pecaminosidade cresce,  maior amor teremos pelo  nosso grande Salvador e Perdoador, “mas aquele a quem pouco se perdoa, pouca ama” (Lucas 7.47b). Os cristãos que mais amam a cruz de Cristo são aqueles que se enxergam como “o principal dos pecadores”.

FONTE:iPródigo


PUBLICADO POR: FELIPE ARAÚJO, MEMBRO DA UMP DA IGREJA PRESBITERIANA VITÓRIA DE CRISTO.

ALEGRES NA ESPERANÇA, FORTES NA FÉ, DEDICADOS NO AMOR E UNIDOS NO TRABALHO